Pertencimento como sentido Primal e a Consciência como Resultado da Fonte de Informação
Pertencimento como sentido Primal e a Consciência como Resultado da Fonte de Informação

Pertencimento como sentido Primal e a Consciência como Resultado da Fonte de Informação
A consciência humana é um fenômeno multifacetado, influenciado por fatores biológicos, ambientais e sociais. O conceito de Jackson Cionek de pertencimento propõe que a consciência emerge de processos neurológicos intrínsecos e também da interação com fontes de informação externas. Este artigo explora como sentimentos, emoções e o ambiente informativo moldam nossa cognição, conectomas cerebrais e, consequentemente, nossa consciência. Além disso, discute os impactos da superexposição às telas e da desinformação nas redes sociais, propondo uma reflexão crítica sobre como esses fatores podem perturbar o "quorum sensing" humano e o senso de pertencimento informado.
A Base Biológica da Consciência e dos Sentimentos
A consciência e os sentimentos são produtos de processos metabólicos cerebrais que influenciam diretamente nossa capacidade cognitiva. Desde a gestação, fatores ambientais como dieta, estresse e condições emocionais da mãe podem induzir mudanças epigenéticas, como a metilação do DNA, que regulam a expressão gênica e preparam o terreno para o desenvolvimento cerebral. Essas alterações afetam não apenas o processamento de informações, mas também a formação e modificação dos conectomas cerebrais — as redes neurais que sustentam nossa capacidade de pensar, sentir e reagir.
O Papel das Fontes de Informação na Moldagem da Consciência
As fontes de informação — sejam interações sociais, educação formal ou mídia — desempenham um papel crucial na configuração dos conectomas cerebrais. O ambiente informativo e emocional ao qual somos expostos pode reforçar ou limitar nosso potencial de aprendizado e desenvolvimento cognitivo. No entanto, a superexposição a estímulos digitais, especialmente em redes sociais, pode levar a uma saturação sensorial e emocional. Esse fenômeno, muitas vezes chamado de "brain rot", resulta na preferência por gratificações instantâneas e conteúdos superficiais, em detrimento de uma análise crítica e aprofundada.
Desinformação e o Efeito no Quorum Sensing Humano
A desinformação, frequentemente veiculada em formatos emocionalmente carregados e sensacionalistas, explora a tendência humana a reagir de forma rápida e superficial. Esse tipo de conteúdo pode perturbar o que poderíamos chamar de "quorum sensing" humano — um conceito adaptado da biologia, onde bactérias se comunicam para coordenar ações baseadas na densidade populacional. No contexto humano, o quorum sensing refere-se à maneira como interações sociais e o sentimento de pertencimento influenciam o processamento de informações e a formação da consciência coletiva. A superexposição a estímulos superficiais e desinformação pode confundir nossas capacidades de julgamento crítico, levando à erosão de uma "consciência saudável".
Implicações para o Senso de Pertencimento Crítico e Informado
O conceito de Jackson Cionek de pertencimento sugere que a consciência emerge de uma fonte de informação compartilhada, que é moldada por nossas interações sociais e ambientais. A superexposição a telas e a desinformação pode perturbar esse processo, enfraquecendo nosso senso de pertencimento crítico e informado. Para mitigar esses efeitos, é essencial promover uma consciência mais crítica sobre como consumimos informações e o impacto das emoções nesse processo. Estratégias como a educação midiática, a promoção de conteúdos analíticos e a redução do tempo de exposição a estímulos digitais podem ajudar a restaurar a capacidade de raciocínio profundo e crítico.
A consciência humana é profundamente influenciada por fatores biológicos, ambientais e sociais. O conceito de Jackson Cionek de pertencimento destaca a importância das fontes de informação na formação da consciência e no desenvolvimento cognitivo. No entanto, a superexposição a telas e a desinformação nas redes sociais podem perturbar esse processo, levando a uma erosão da capacidade crítica e do senso de pertencimento informado. Para enfrentar esses desafios, é crucial adotar abordagens que promovam uma consciência mais crítica e analítica, fortalecendo nossa capacidade de processar informações de maneira profunda e reflexiva.
Referências
1. Damasio, A. R. (1999). *The Feeling of What Happens: Body and Emotion in the Making of Consciousness*. Harcourt Brace.
2. Siegel, D. J. (2012). *The Developing Mind: How Relationships and the Brain Interact to Shape Who We Are*. Guilford Press.
3. McEwen, B. S. (2012). "The ever-changing brain: cellular and molecular mechanisms for the effects of stressful experiences". *Dialogues in Clinical Neuroscience*, 14(2), 201-216.
4. Miller, G. A. (1956). "The magical number seven, plus or minus two: Some limits on our capacity for processing information". *Psychological Review*, 63(2), 81-97.
5. Zaki, J., & Ochsner, K. N. (2012). "The neuroscience of empathy: progress, pitfalls and promise". *Nature Neuroscience*, 15(5), 675-680.
6. Turkle, S. (2015). *Reclaiming Conversation: The Power of Talk in a Digital Age*. Penguin Press.
7. Pariser, E. (2011). *The Filter Bubble: How the New Personalized Web Is Changing What We Read and How We Think*. Penguin Books.
8. Quorum Sensing in Bacteria (2001). *Nature Reviews Microbiology*, 1(1), 25-34. Adaptado para o contexto humano neste artigo.
Essas referências fornecem uma base teórica para compreender os processos biológicos, cognitivos e sociais discutidos no artigo, além de oferecer insights sobre os impactos da tecnologia e da desinformação na consciência humana.

Pertencimento como sentido Primal e a Consciência como Resultado da Fonte de Informação
#Pertencimento
#PrimalSense
#DREX
#PIX
#TekOha
#TekoPacha
#Collana
#ProsperidadBribri
#Conciencia
#Metabolismo
#MenteDamasiana
#Decolonial
#Neuroscience
#DREXCiudadano
#CuerpoTerritorio
#Fruição
#YãyhãMīy
#Taa