Jackson Cionek
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Estados alterados do cotidiano - devaneio, sonho, VR, música, dor e alívio

Estados alterados do cotidiano - devaneio, sonho, VR, música, dor e alívio

Você está ouvindo uma orquestra.

Violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, madeiras e metais estão tocando juntos. Então alguém diz:

“Preste atenção apenas no fagote.”

O fagote não ficou fisicamente mais alto.

Os outros instrumentos não desapareceram.

Mesmo assim, depois de alguns segundos, alguma coisa muda.

Uma linha que antes parecia dissolvida na música começa a ganhar forma. Você reconhece ataques, pausas, timbre e direção. A orquestra continua inteira, mas sua experiência dela já não é a mesma.

Esse pequeno acontecimento talvez seja uma boa porta para aquilo que chamamos de estado alterado de consciência.

Não precisamos começar pelo extraordinário.

Devaneamos. Sonhamos. Entramos em realidade virtual. Uma música absorve nossa atenção. Uma dor domina tudo e depois diminui. Uma solução surge de repente. Diante de uma paisagem imensa, por alguns instantes, aquilo que chamávamos de “eu” parece ocupar outra proporção.

Talvez transcendência possa ser aproximada experimentalmente justamente por essas mudanças mensuráveis.

Não como prova de que saímos do corpo.

Mas como evidência de que o Corpo-Território pode reorganizar profundamente aquilo que ganha espaço, Movimento, Qualia e Atenção dentro da percepção de Ser.

Consciência 5D: aquilo que sentimos acontece em algum lugar

Na hipótese da Consciência 5D da BrainLatam, as três primeiras dimensões são espaciais.

Transduções, estímulos processados e representações não existem numa tela mental abstrata. Eles acontecem materialmente no Corpo-Território.

Luz é transduzida.

Som é transduzido.

Existe atividade elétrica, metabolismo, circulação, gradientes, tensão muscular, postura, movimento visceral, respiração.

Interocepção e propriocepção participam continuamente dessa configuração.

A essas três dimensões espaciais acrescentamos uma dimensão própria: Movimento.

Não significa que “o Movimento possui quatro dimensões”. Movimento é outra dimensão do modelo: corresponde às transformações dessas configurações, às relações que mudam, ganham prioridade, desaparecem, retornam, sincronizam ou se diferenciam.

E existe outra dimensão: Qualia.

Qualia corresponde à qualidade sentida, ao destaque experiencial daquele processamento: vermelho, timbre, dor, prazer, estranhamento, presença, vastidão, alívio.

Assim, a hipótese pode ser resumida como:

três dimensões espaciais materiais + Movimento + Qualia = Consciência 5D.

Na formulação BrainLatam, consciência é um movimento que se percebe Ser dentro do metabolismo produzido. Isso é uma hipótese conceitual própria, e não uma definição consensual da neurociência. A BrainLatam também propõe que espaços de representação podem estar ativados ou pré-ativados e participar da configuração atual do Corpo-Território antes mesmo de se tornarem o foco explícito da atenção.

A Atenção não cria aquilo que já estava participando de mim

Voltemos à orquestra.

O fagote já estava presente antes que você prestasse atenção nele.

Seu sistema auditivo já estava recebendo aquele sinal.

O estímulo já havia sido transduzido e processado.

Na hipótese 5D, ele já participava da configuração material e, portanto, da percepção de Ser daquele Corpo-Território, mesmo sem ocupar o primeiro plano.

O que muda quando ele recruta Atenção?

A Atenção pode ampliar sua representação.

Hausfeld e colaboradores demonstraram isso com EEG e música polifônica formada por fagote e violoncelo. Durante tarefas de segregação auditiva, os envelopes dos instrumentos atendidos eram reconstruídos melhor a partir do EEG do que os instrumentos não atendidos; os efeitos apareciam particularmente em janelas posteriores do processamento, compatíveis com modulação atencional top-down.

A literatura sobre cenas auditivas descreve a atenção seletiva justamente como uma forma de controle de ganho: a representação de uma fonte atendida pode ser fortalecida enquanto fontes concorrentes recebem relativamente menos peso.

O instrumento não ficou mais forte no mundo.

Ficou maior dentro da experiência.

E isso nos permite formular uma distinção importante:

A Atenção não faz o estímulo passar a existir. Ela pode ampliar uma representação que já participava da percepção de Ser.

Essa amplificação pode aumentar seu peso relativo, sua prioridade e sua capacidade de organizar aquilo que acontecerá depois.

Quando a amplificação sequestra o canal

Isso também pode formar um circuito.

Uma representação recruta Atenção.

A Atenção amplia sua representação.

A representação ampliada ganha ainda mais relevância.

Ela recruta novamente Atenção.

Uma dor pode fazer isso.

Uma lembrança.

Uma ameaça.

Uma crença.

Uma música.

Uma notificação.

Ou uma paisagem extraordinária.

Na BrainLatam, chamamos Canal Atencional não de uma estrutura anatômica isolada, mas de uma maneira de descrever aquilo que consegue prioridade funcional suficiente para permanecer organizando a experiência. A própria série vem explorando como representações repetidamente recrutadas podem deixar outras disponíveis, porém com menor possibilidade de participar do próximo movimento.

Isso introduz um cuidado fundamental:

aquilo que recebe Atenção pode ocupar mais realidade dentro da experiência sem necessariamente ter se tornado mais verdadeiro fora dela.

Sentir confirma consciência.

Não confirma sozinho a interpretação.

E onde entra o tempo?

Fora do corpo encontramos relações espaciais em Movimento que usamos para construir referências temporais.

A rotação da Terra.

Sua relação com o Sol.

Claridade e escuridão.

Chamamos algumas recorrências de manhã, tarde, noite, dia.

Mas dentro do Corpo-Território existem muito mais espaços em Movimento.

Respiração.

Batimentos.

Postura.

Fluxos.

Imagens.

Palavras.

Memórias.

Expectativas.

Dor.

Representações daquilo que aconteceu e daquilo que talvez aconteça.

Na hipótese BrainLatam, a percepção do tempo pode emergir das relações entre esses espaços em Movimento.

Isso não significa que o organismo cria o tempo físico do universo.

Significa que sequência, duração e simultaneidade vividas dependem de diferenças que o Corpo-Território consegue produzir e relacionar.

Pesquisadores brasileiros também mostram que o processamento temporal não pode ser reduzido simplesmente a um relógio interno único. Bueno, Nobre e Cravo apresentaram intervalos visuais fisicamente idênticos em tarefas diferentes e encontraram tanto mecanismos eletrofisiológicos compartilhados quanto processos dependentes do uso que o participante faria daquele intervalo.

Samaha e Romei, em uma revisão e meta-análise, encontraram associação entre a frequência alfa individual e janelas temporais perceptivas, reforçando que ritmos neurais podem participar da forma como estímulos próximos são separados ou integrados. Isso não demonstra a hipótese 5D, mas mostra que a experiência temporal depende da dinâmica do processamento.

Então uma possibilidade aparece:

quando diferentes espaços ganham Movimentos, ritmos e prioridades distintas, pode mudar também o tempo que sentimos estar vivendo.

Passado e futuro podem participar do mesmo presente

No devaneio isso se torna evidente.

Uma lembrança de ontem e uma antecipação de amanhã podem participar materialmente da configuração presente.

O passado não voltou.

O futuro não chegou.

Mas suas representações estão acontecendo agora.

Ishtiaq e colaboradores investigaram devaneio autoinduzido em 2026 combinando fNIRS, sinais musculares e eletrogastrografia, comparando estados antes e depois de uma refeição. O estudo conseguiu classificar episódios de devaneio dentro daquele protocolo a partir de padrões hemodinâmicos e fisiológicos. O trabalho integra a seleção NIRS do W40/2026.

Não existe aí um “lugar cerebral do devaneio”.

Existe algo talvez mais interessante: uma experiência aparentemente interna continua relacionada à hemodinâmica, ao movimento e ao estado visceral do organismo.

O presente pode ficar relacionalmente mais denso porque representações de diferentes momentos ganham Movimento simultaneamente.

Sonho e VR: quando os espaços deixam de concordar

Denzer e colaboradores criaram em realidade virtual cenas realistas e cenas com elementos deliberadamente bizarros, semelhantes à lógica dos sonhos.

Os participantes continuavam acordados, mas a bizarrice modificou sua experiência subjetiva de realidade e aumentou a contribuição de um microestado EEG denominado C′, associado no estudo à suspensão da descrença e ao monitoramento perceptivo da realidade. O estudo também aparece na seleção EEG desta série.

A VR não transportou o corpo para outro universo.

A propriocepção continuou sinalizando uma configuração.

O sistema vestibular, outra.

A visão ofereceu outra.

O Corpo-Território precisou relacionar espaços que não diziam exatamente a mesma coisa.

Talvez parte daquilo que chamamos de transcendência comece quando as relações habituais entre esses espaços deixam de se comportar como esperamos.

Música: atenção, Movimento e conectomas

A música torna essa dinâmica particularmente evidente.

Uma revisão de 2024 propõe justamente a experiência musical como modelo naturalístico para investigar absorção, devaneio e pensamento criativo.

Mas a música também revela algo sobre nossos modos funcionais.

Na linguagem BrainLatam, Pedra–Tesoura–Papel não são três estruturas anatômicas nem diagnósticos. São metáforas metacognitivas para configurações funcionais.

Pedra responde rapidamente, executa, acompanha a batida.

Tesoura recorta, compara, analisa ritmo, técnica e estrutura.

Papel amplia: percebe música, respiração, postura, território e o próprio modo de perceber.

Uma única música pode nos fazer atravessar os três.

E aquilo que foi amplificado pela Atenção pode favorecer um desses modos durante determinado momento.

Representação → Atenção → amplificação → modo funcional → próxima percepção.

Não é uma sequência rígida.

É uma possibilidade dinâmica.

Dor e alívio: o Qualia da direção

Agora imagine uma dor que caiu de oito para quatro.

Depois imagine uma dor que subiu de um para quatro.

O número atual é o mesmo.

A experiência provavelmente não é.

Desch e colaboradores mostraram que o alívio de dor possui valor motivacional próprio. Em seu experimento, decisões ativas e imprevisibilidade aumentaram a percepção de alívio, e a manipulação dopaminérgica modulou esses efeitos.

O estudo não demonstra a Consciência 5D.

Mas permite fazer uma pergunta compatível com ela:

Qualia pode depender não apenas de onde estamos, mas da direção do Movimento que percebemos?

O quatro que veio do oito carrega outra transição em relação ao quatro que veio do um.

O estado é semelhante.

A trajetória não.

Insight e awe: quando uma relação muda de escala

No insight, alguma coisa que já estava disponível pode ganhar uma nova relação.

O “Aha!” produz um Qualia muito específico de reorganização. Salvi e colaboradores encontraram que informações incidentais apresentadas próximas a momentos de insight foram posteriormente lembradas melhor do que informações associadas a soluções analíticas.

Mas o Qualia da certeza não prova a conclusão.

Insight é experiência; verdade ainda exige comparação.

No awe, a mudança pode ocorrer na escala do próprio eu. 

Em 2026, Carbone e colaboradores combinaram cenários naturais em VR, EEG e medidas subjetivas em 34 participantes. Cenários capazes de provocar awe apresentaram mudanças dependentes do contexto em diferentes bandas e medidas de atividade cerebral; os autores não propõem um marcador único da experiência.

Talvez uma montanha não faça o eu desaparecer.

Talvez torne outra representação tão vasta que a representação habitual do eu deixe de ocupar a mesma proporção do canal.

Transcendência sem sair do Corpo-Território

Devaneio, sonho, VR, música, dor, alívio, insight e awe não precisam possuir um mecanismo único.

Mas talvez revelem uma estrutura comum.

Representações estão materialmente localizadas.

Esses espaços possuem Movimento.

Algumas relações ganham Qualia.

Tudo isso já pode participar da percepção de Ser antes de ocupar focalmente a Atenção.

Então algumas representações recrutam o canal.

A Atenção pode amplificá-las.

A amplificação muda prioridades.

Pedra, Tesoura ou Papel podem ser recrutados.

A relação entre os espaços muda.

E com ela pode mudar nossa percepção de duração, sequência, passado, futuro e do próprio eu.

Talvez seja possível então formular transcendência sem dualismo:

Transcendência é uma possibilidade de reorganização suficientemente profunda das relações entre espaços, Movimento, Qualia e Atenção para que a configuração habitual pela qual o Corpo-Território percebe Ser já não consiga descrever sozinha aquilo que está acontecendo.

Não saímos do presente.

Mas o presente pode passar a conter mais relações.

Não saímos do corpo.

Mas o corpo pode deixar de representar a si mesmo da mesma maneira.

Não deixamos de Ser.

O ser mudou e consegue perceber o que foi mudado.

E talvez seja precisamente aí que a última transição desta série começa.

Porque depois de uma experiência assim ainda podemos voltar para a mesma cadeira, para a mesma música, para a mesma cidade, para a mesma pergunta.

Mas aquilo que agora recebe o estímulo já possui outra história.

Metanoia começa quando voltar não significa retornar ao mesmo lugar.

Referências comentadas

Hausfeld, L., Disbergen, N. R., Valente, G., Zatorre, R. J., & Formisano, E. (2021). Modulating Cortical Instrument Representations During Auditory Stream Segregation and Integration With Polyphonic Music. Frontiers in Neuroscience, 15, 635937. DOI: 10.3389/fnins.2021.635937.
O que esta referência representa: fornece evidência direta de modulação seletiva pela Atenção em música polifônica. Instrumentos atendidos apresentaram melhor rastreamento/reconstrução de seus envelopes no EEG em determinadas janelas temporais. Sustenta a ideia de amplificação da representação pela Atenção sem implicar aumento físico do estímulo externo.

Lesicko, A. M. H., Angeloni, C. F., Blackwell, J. M., De Biasi, M., & Geffen, M. N. (2022). Hearing in Complex Environments: Auditory Gain Control, Attention, and Hearing Loss. Journal of Neuroscience.
O que esta referência representa: revisa a atenção auditiva seletiva como mecanismo de controle de ganho capaz de favorecer fontes relevantes e reduzir o peso de fontes concorrentes. Ajuda a sustentar experimentalmente a formulação BrainLatam de que Atenção pode ampliar uma representação já processada.

Ishtiaq, A., Mohy-Ud-Din, Z., Al Aishan, A., Naseer, N., Khalid, S. G., & Gul, J. Z. (2026). AI-Driven Hemodynamic Detection of Self-Induced Daydreaming With EMG-Based Physiological Triggers During Pre- and Post-Prandial States Using fNIRS and EGG. CNS Neuroscience & Therapeutics, 32(5), e70899. DOI: 10.1002/cns.70899.
O que esta referência representa: demonstra que devaneio autoinduzido pode ser investigado em conjunto com hemodinâmica cortical, sinais musculares e estado gastrointestinal. Aproxima uma experiência subjetiva de uma configuração corporal mensurável sem propor um marcador universal de devaneio.

Denzer, S., Diezig, S., Achermann, P., Mast, F. W., & Koenig, T. (2024). Electrophysiological (EEG) microstates during dream-like bizarre experiences in a naturalistic scenario using immersive virtual reality. European Journal of Neuroscience, 60(8), 5815–5830. DOI: 10.1111/ejn.16530.
O que esta referência representa: mostra que elementos bizarros apresentados em VR podem modificar simultaneamente experiência subjetiva de realidade e dinâmica de microestados EEG. Permite aproximar experimentalmente experiência semelhante ao sonho e monitoramento da realidade sem equiparar VR, sonho e psicose.

Bueno, F. D., Nobre, A. C., & Cravo, A. M. (2024). Time for What? Dissociating Explicit Timing Tasks through Electrophysiological Signatures. eNeuro, 11(2). DOI: 10.1523/ENEURO.0351-23.2023.
O que esta referência representa: mostra que intervalos físicos iguais recrutam processos compartilhados e processos específicos conforme a finalidade da tarefa. Dialoga com a hipótese BrainLatam de que tempo vivido não é simplesmente uma leitura passiva de uma duração externa.

Samaha, J., & Romei, V. (2024). Alpha-Band Frequency and Temporal Windows in Perception: A Review and Living Meta-analysis of 27 Experiments (and Counting). Journal of Cognitive Neuroscience, 36(4), 640–654. DOI: 10.1162/jocn_a_02069.
O que esta referência representa: encontra associação entre frequência alfa e resolução/janelas temporais da percepção. Não demonstra a hipótese BrainLatam de criação do tempo vivido, mas mostra que a diferenciação temporal perceptiva depende de dinâmicas neurais.

Palhares, P. T., Sas, M. I., & Gonçalves, Ó. F. (2024). Music and states of consciousness: A narrative review of the broader significance of music to understanding absorption, mind wandering and creative thought. Neuroscience & Biobehavioral Reviews, 167, 105920. DOI: 10.1016/j.neubiorev.2024.105920.
O que esta referência representa: propõe a música como campo naturalístico para compreender absorção, devaneio e pensamento criativo. Ajuda a retirar “estado alterado” do exclusivamente extraordinário e aproximá-lo da vida cotidiana.

Desch, S., Schweinhardt, P., Seymour, B., Flor, H., & Becker, S. (2023). Evidence for dopaminergic involvement in endogenous modulation of pain relief. eLife, 12, e81436. DOI: 10.7554/eLife.81436.
O que esta referência representa: demonstra que alívio é um fenômeno motivacional modulado por agência, imprevisibilidade e sinalização dopaminérgica. Permite perguntar se o Qualia depende também da direção percebida da transformação, sem concluir que mais dor produz mais prazer.

Salvi, C., Keller, N., Cooper, S. E., Leiker, E., & Dunsmoor, J. E. (2024). Aha! and D'oh! experiences enhance learning for incidental information—new evidence supports the insight memory advantage. Cognitive, Affective, & Behavioral Neuroscience, 24(3), 505–516. DOI: 10.3758/s13415-024-01184-x.
O que esta referência representa: mostra que episódios de insight podem modificar a memória de informações temporalmente próximas. O Aha! possui consequências cognitivas mensuráveis, mas sua intensidade fenomenológica não constitui prova automática de verdade.

Carbone, F., Bondi, E., Pizzolante, M., et al. (2026). Brain response to awe experiences in virtual reality: an integrated linear and nonlinear EEG analysis. NeuroImage, 338, 122075. DOI: 10.1016/j.neuroimage.2026.122075.
O que esta referência representa: utiliza VR, EEG e medidas subjetivas para investigar awe em cenários imersivos. A experiência frequentemente descrita como transcendental torna-se experimentalmente acessível sem ser reduzida a um marcador único de EEG.

BrainLatam (2026). O que não entra na atenção também pode limitar o futuro que conseguimos imaginar.
O que esta referência representa: desenvolve a hipótese de espaços ativados e pré-ativados e da disponibilidade diferencial das representações dentro do Corpo-Território. É a base conceitual para distinguir existir/processar de ocupar o Canal Atencional.

BrainLatam (2026). Economia da atenção — quando nossas emoções são transformadas em lucro e Música, ritmo e liberação da Anergia.
O que estas referências representam: explicitam Pedra, Tesoura e Papel como metáforas operacionais, e não conectomas anatômicos reconhecidos. Pedra favorece rapidez e execução; Tesoura, comparação e análise; Papel, ampliação atencional e metacognição.

BrainLatam (2026). Nem toda respiração é igual e trabalhos relacionados à Consciência 5D.
O que estas referências representam: apresentam a hipótese de que representações possuem materialidade no espaço tridimensional real do Corpo-Território e que Movimento e Qualia constituem dimensões adicionais do modelo. É uma construção teórica BrainLatam; as evidências experimentais citadas neste blog dialogam com partes do modelo, mas não demonstram a Consciência 5D como um todo.


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